
Se
o Nordeste fosse uma nação, teríamos um rei chamado Luiz Gonzaga e como
toda nação, teríamos também um hino, chamado Asa Branca. Nesta
sexta-feira (03) a canção composta pelo Rei do Baião e seu grande
parceiro Humberto Teixeira completa 70 anos de sua gravação.
"Asa
Branca" é, sem dúvida alguma, o grande símbolo musical do Nordeste, mas
não apenas do Nordeste, a música é reconhecidamente uma das grandes
obras da história da MPB, não à toa é reverenciada até os dias atuais
não apenas no Nordeste, não apenas no Brasil, mas sim em todo o mundo.
A
música foi gravada em 1947, mas apenas pouco tempo antes os dois
puderam se conhecer. Gonzaga entrou em contato com Humberto e eles
marcaram um encontro no escritório de Humberto. Neste curto período até o
ano seguinte surgiram alguns dos maiores sucessos da carreira do cantor
pernambucano, como "No meu pé de serra", "Juazeiro" e "Aza branca", que
na época, se escrevia com Z.
A
"Asa branca" não apenas deu certo, ela deu muito certo. São dezenas e
mais dezenas de regravações não só no Brasil, mas pelo mundo inteiro.
Coréia, Japão, Alemanha, Estados Unidos, Senegal e diversos outros
artistas de vários países regravaram o sucesso do Rei do Baião.

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