Como estímulo à manutenção e geração de
empregos, os Governos Lula e Dilma recorreram à redução da carga
tributária como mecanismo para aquecer a economia. Agora, o Governo quer
rever esses benefícios e as empresas se preparam para pagar mais
impostos. Como o PDT, em bloco, com os seus 19 deputados federais, traiu
o Governo na votação da Medida Provisória 665, que reduziu o tempo do
seguro desemprego para os trabalhadores, agora o partido quer se redimir
com o Palácio do Planalto.
A reaproximação do PDT com o Governo Federal, segundo registra, nesta
terça-feira (12/05), a coluna Painel, do Jornal Folha de São Paulo, se
deu em conversa do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB),
com o líder da bancada pedetista na Câmara Federal, André Figueiredo.
Segundo a coluna Painel, ” o líder do PDT na Câmara, André Figueiredo
(CE), prometeu a Michel Temer que a sigla votará a favor do projeto de
lei que revê as desonerações. A decisão pode dar sobrevida ao partido na
base aliada após a primeira votação do ajuste fiscal”. No Ceará, a
indicação de cargos na área do Ministério do Trabalho passa pelo comando
de Figueiredo que sentiu a pressão de aliados para se reaproximar do
Governo Dilma.

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