
Na Grota do Angico em Sergipe, na fatídica e fria manhã de 28 de julho de 1938.
Chegava ao fim a vida cangaceira de Lampião, após mais de duas décadas de reinado no cangaço.
Todos os cangaceiros mortos em Angico tiveram suas cabeças decepadas e levadas pelos soldados, que em clima de festa, exibiram as cabeças pelas cidades, vilas e povoados do estado de Alagoas até a capital, Maceió.
Em Maceió, as cabeças foram analisadas e estudadas e após concluídos os exames, as cabeças dos nove cangaceiros foram sepultadas em uma cova coletiva em um cemitério da cidade supracitada e as cabeças de Lampião e de Maria Bonita foram encaminhadas para Salvador, Bahia, onde permaneceram no museu do Instituto dr. Nina Rodrigues até fevereiro de 1969, quando foram liberadas para sepultamento.
Fica o registro!

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