
O
pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) defendeu
ontem a flexibilização das leis trabalhistas como forma de reduzir o
desemprego. “Aos poucos a população vai entendendo que é melhor menos
direitos e emprego do que todos os direitos e desemprego”, disse. Ele
fez uma palestra sobre a conjuntura política e econômica brasileira na
Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) e foi aplaudido ao falar
da reforma trabalhista. Diante de uma plateia de cerca de 300
empresários — que pagaram R$ 180 (associados) e R$ 220 (não associados)
para ouvi-lo —, Bolsonaro afirmou que pretende, se eleito, estimular o
crescimento da economia por meio de privatizações “com critério” e de um
processo de desburocratização que estimule investimentos. “Quando
eu disse que não entendia de economia, foi por humildade. Quem entende
de economia é Dilma Rousseff, formada em economia. Olha a desgraça que
deixou o País”, ironizou Bolsonaro.
“Os ministros da Fazenda e da Economia precisam ser um só, e ter porteira fechada. Tem que desburocratizar, facilitar a vida de quem quer investir. Tem que partir para privatização com critério, não botar tudo para o mercado. Temos que acreditar nesse homem ou nessa mulher que por ventura irá assumir esse megaministério”, defendeu. O deputado federal lidera as pesquisas de intenção de voto no cenário sem o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado na Operação Lava Jato. É seguido por Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT).
“Os ministros da Fazenda e da Economia precisam ser um só, e ter porteira fechada. Tem que desburocratizar, facilitar a vida de quem quer investir. Tem que partir para privatização com critério, não botar tudo para o mercado. Temos que acreditar nesse homem ou nessa mulher que por ventura irá assumir esse megaministério”, defendeu. O deputado federal lidera as pesquisas de intenção de voto no cenário sem o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado na Operação Lava Jato. É seguido por Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT).

0 comments :
Postar um comentário