Um estudo publicado pela revista The Lancet faz um retrato sobre as
duas ondas de nascimentos de bebês com síndrome congênita de zika no
Brasil, ocorridas em 2015 e 2016 e constata: há ainda muito a ser
descoberto sobre as diferentes formas de comportamento e manifestações
clínicas da doença.
“As dúvidas são inúmeras. Será que, a exemplo da febre amarela, o
aumento de casos de zika e consequentemente da síndrome congênita
provocada pelo vírus ocorrerá em ciclos sazonais? Se sim, qual seria o
intervalo, de três, quatro, cinco anos?”, questiona o coordenador do
trabalho, o pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz Wanderson de Oliveira,
em entrevista.

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