Na avaliação dela, o processo vai “passar o
Brasil a limpo”, tem previsão constitucional e é salutar para a
democracia. "Uma democracia não tem como ser saudável se o abuso do
poder econômico, esquemas de corrupção ou o desrespeito à lei passarem a
ser o procedimento para se chegar ao poder", afirmou, durante coletiva
de imprensa em Curitiba. Marina disse novamente que Dilma Rousseff
cometeu crime de responsabilidade, entretanto criticou o presidente
interino Michel Temer (PMDB) e voltou a defender novas eleições.
"Esse
governo [de Temer] tem os mesmos problemas do governo anterior. O modus
operandi inclusive é o mesmo, com troca de pedaços do Estado para ter
maioria no Congresso, e com pessoas comprometidas na Lava Jato”,
criticou ao culpar PT e PMDB pela atual crise econômica e política do
Brasil. A ex—ministra pediu, mais uma vez, que o Tribunal Superior
Eleitoral julgue a ação contra a chapa de Dilma e Temer, que pode
culminar na cassação da chapa.
O julgamento deve ficar apenas para 2017.
“A Justiça já tem todos os elementos. O próprio marqueteiro da campanha
[João Santana] diz que teve dinheiro de caixa dois", afirmou a
ex-ministra.

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