Segundo levantamento da Agência Estado, a fabricação de refrigerantes
vem registrando quedas mensais sucessivas desde fevereiro do ano
passado. Em março, recuou 5,4% ante o mesmo mês do ano anterior segundo
os números do Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe). No
acumulado dos primeiros três meses do ano, a queda é de 7,7% ante igual
período de 2015.
Para a Abir, que representa algumas das maiores companhias do segmento, a
demanda por refrigerantes está em queda diante de um cenário de redução
dos gastos das famílias. Como o consumidor final não está comprando, o
setor está produzindo menos. Isso tem obrigado as empresas a colocar as
máquinas para funcionar por menos horas ao dia. Na avaliação dele, o
impacto dessa retração na produção não se converteu ainda em desemprego
porque a fabricação é altamente mecanizada. O risco, porém, diz, está na
perspectiva de continuidade da retração.

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