A campanha de Lula à reeleição de 2006 teria contado com até R$ 50
milhões de propina proveniente da compra de US$ 300 milhões blocos de
exploração petróleo na África, de acordo com o ex-diretor da Petrobras,
Nestor Cerveró.
As informações de Cerveró, que já dirigiu a área Internacional da
estatal, foram dadas a investigadores da Operação Lava Jato durante
negociações para fechar seu acordo de delação premiada e foram reveladas
pelo jornal "Valor Econômico".
As declarações sobre a propina são citadas em anexo de informações
elaborado por advogados de Cerveró. Lá, ele afirma que soube do repasse
por meio de Manuel Domingos Vicente, ex-presidente do conselho de
administração da estatal petrolífera de Angola, a Sonangol, e hoje é
vice-presidente do país.

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