O
ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou nesta quinta-feira (11) que o
Banco Central "está vigilante e deverá continuar vigilante" para
"trazer a inflação em 2016 para 4,5%" – o centro da meta estabelecida
pelo governo. Segundo Levy, as medidas de controle da inflação são um
"trabalho conjunto", e que a convergência da taxa para a meta é
importante para "criar confiança (...) para que aquele plano de R$ 298
bilhões das concessões poder ir para a frente, porque ele requer
confiança, credibilidade, estabilidade da economia", afirmou.
Concessões Com previsão de investimentos de R$ 198,4 bilhões nos próximos
anos, o governo federal anunciou na terça-feira (9) a nova fase do
Programa de Investimento em Logística (PIL), que vai privatizar
aeroportos, rodovias, ferrovias e portos. O pacote de investimentos é
mais uma tentativa da presidente de modernizar parte da infraestrutura
do país.
Essa nova versão do PIL também é uma reação de Dilma à queda de sua
popularidade provocada pela desaceleração da economia e as denúncias de
corrupção na Petrobras.
Entrevista
Na quarta-feira, mesmo dia em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a inflação oficial, medida pelo IPCA, somou 8,47% em doze meses até maio, o maior patamar desde 2003, Levy declarou, em entrevista ao repórter Julio Mosquera e à produtora Juliana Lima, exibida no Jornal Nacional, que o comportamento dos preços tem de ser acompanhado o “tempo inteiro”.
“A gente tem que trazer a inflação para 4,5% [meta central para este ano e para 2016]. Uma inflação alta cria incertezas, ela inibe os investimentos além de ser uma forma que em geral as pessoas com menor renda acabam tendo um impacto maior na vida delas do que nas outras”, disse ele.
Segundo o ministro, ter uma inflação baixa, portanto, protege as pessoas de menor renda. “É por isso que é tão importante a gente estar trabalhando para continuar baixando a inflação", afirmou. Para ele, o comportamento da inflação tem a ver, um pouco, com a chamada “inércia” dos preços, ou seja, o carregamento da inflação passada para os preços atuais.
Recentemente, o Banco Central subiu a taxa básica de juros para 13,75% ao ano justamente para tentar contar a alta dos preços - o maior patamar em quase nove anos. O BC tem informado que busca trazer a inflação para a meta central de 4,5% até o fim de 2016.
Na quarta-feira, mesmo dia em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a inflação oficial, medida pelo IPCA, somou 8,47% em doze meses até maio, o maior patamar desde 2003, Levy declarou, em entrevista ao repórter Julio Mosquera e à produtora Juliana Lima, exibida no Jornal Nacional, que o comportamento dos preços tem de ser acompanhado o “tempo inteiro”.
“A gente tem que trazer a inflação para 4,5% [meta central para este ano e para 2016]. Uma inflação alta cria incertezas, ela inibe os investimentos além de ser uma forma que em geral as pessoas com menor renda acabam tendo um impacto maior na vida delas do que nas outras”, disse ele.
Segundo o ministro, ter uma inflação baixa, portanto, protege as pessoas de menor renda. “É por isso que é tão importante a gente estar trabalhando para continuar baixando a inflação", afirmou. Para ele, o comportamento da inflação tem a ver, um pouco, com a chamada “inércia” dos preços, ou seja, o carregamento da inflação passada para os preços atuais.
Recentemente, o Banco Central subiu a taxa básica de juros para 13,75% ao ano justamente para tentar contar a alta dos preços - o maior patamar em quase nove anos. O BC tem informado que busca trazer a inflação para a meta central de 4,5% até o fim de 2016.

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