Foto: Reprodução
A reserva de dinheiro para emergências é uma opção para enfrentar o
momento atual de crise na economia, com o aumento do desemprego e da
inflação e, assim, fugir da inadimplência. A avaliação é da
economista-chefe do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) Brasil, Marcela
Kawauti. Ela orienta que se façam cortes no orçamento familiar para
fazer essa reserva, como reduzir a frequência em restaurantes, por
exemplo. “Privilegie as compras à vista. Se não tiver dinheiro, espere
dois ou três meses economizando”, sugere.
Outro passo para evitar a
inadimplência, segundo a economista, é trocar dívidas mais caras por
mais baratas, como tomar crédito consignado - com taxa média de juros de
26,9% ao ano em abril, segundo o Banco Central -, para pagar o cartão
de crédito, hoje com taxa do rotativo em 347,5% ao ano. Para quem já
caiu na lista dos inadimplentes, a solução, segundo orientação de
economistas, é renegociar a dívida, começando pelas mais caras. Já para
Marcela Kawauti somente no segundo semestre de 2016 a inadimplência deve
recuar e a economia vai mostrar sinais positivos. De acordo com o SPC
Brasil, mais de 2 milhões de brasileiros entraram para a lista de
inadimplentes entre dezembro de 2014 e maio deste ano. No total, o SPC
estima que em amio havia cerca de 56,5 milhões inadimplentes.

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