Rosin chegou às semifinais do programa. Ele foi demitido por Justus
depois de afirmar que não abandonaria o negócio próprio para ser sócio
do apresentador. Na época,
faturava R$ 1 milhão por ano. "Quando me inscrevi para o programa,
pensei que seria possível conciliar as duas atividades. Porém, minha
empresa estava em um momento de crescimento e não podia abandonar o
negócio", diz.
Enquanto participou das gravações, o empresário ficou cem dias sem
contato com os sócios ou com a família. Segundo ele, a empresa não teve
prejuízo financeiro durante sua ausência, mas os demais sócios sofreram
acúmulo de tarefas.
No entanto, Rosin diz que o reality foi uma grande escola. As tarefas
complexas nas quais precisava criar soluções em pouco tempo e com baixo
orçamento renderam boas lições. "Na empresa, nem sempre tenho o prazo e
o dinheiro que gostaria. Nesse ponto, aprendi muito", declara.
Empresário teve dia de treinamento militar
O momento que mais marcou o empresário no programa, segundo ele mesmo, foi um teste de resistência em um quartel militar. No episódio, os participantes passaram por provas físicas, psicológicas e de raciocínio lógico em um período de 24h sem dormir. "Desenvolvi muita persistência, o que me ajuda nos negócios quando preciso rever os investimentos ou refazer o planejamento", diz.
Quando Rosin entrou no reality, a DVI tinha três unidades e funcionava em um modelo de franquia informal. Hoje, a empresa tem 13 clínicas no interior paulista e segue a legislação do franchising. "Após o programa, amadureci muito e, consequentemente, meu negócio também", afirma. "Ao me inscrever, buscava justamente aprimorar o lado gerencial."
Empresário teve dia de treinamento militar
O momento que mais marcou o empresário no programa, segundo ele mesmo, foi um teste de resistência em um quartel militar. No episódio, os participantes passaram por provas físicas, psicológicas e de raciocínio lógico em um período de 24h sem dormir. "Desenvolvi muita persistência, o que me ajuda nos negócios quando preciso rever os investimentos ou refazer o planejamento", diz.
Quando Rosin entrou no reality, a DVI tinha três unidades e funcionava em um modelo de franquia informal. Hoje, a empresa tem 13 clínicas no interior paulista e segue a legislação do franchising. "Após o programa, amadureci muito e, consequentemente, meu negócio também", afirma. "Ao me inscrever, buscava justamente aprimorar o lado gerencial."
De acordo com a empresa, o custo de abertura de uma unidade
franqueada é a partir de R$ 400 mil (inclusos taxa de franquia,
instalação e capital de giro). O faturamento médio mensal é de R$ 55
mil, com lucro líquido de 20% (R$ 11 mil) e retorno do investimento de
36 a 48 meses.
Capital investido foi recuperado em três anos e meio
Formado em odontologia, o empresário abriu a primeira clínica em 2006, em Ribeirão Preto (313 km ao norte de São Paulo), junto com mais quatro sócios. Na época, o investimento inicial foi de R$ 600 mil, capital recuperado em três anos e meio, segundo Rosin.
Especializado em diagnósticos por imagem em 3D para o setor de odontologia, serviço até então pouco conhecido, o empreendedor teve de fazer apresentações e palestras para mostrar aos dentistas suas vantagens. Só em 2014, a rede realizou 86 mil atendimentos. A expectativa é chegar aos 100 mil este ano, segundo a empresa.
Ausência do dono pode prejudicar negócio
A ausência temporária do fundador, especialmente nas pequenas empresas, pode trazer sérios problemas para o negócio, como a perda do controle financeiro e de clientes, segundo Tania Casado, professora da FIA (Fundação Instituto de Administração). Para ela, o empreendedor deve ter, pelo menos, um substituto com capacidade para assumir o comando do negócio na sua ausência.
Capital investido foi recuperado em três anos e meio
Formado em odontologia, o empresário abriu a primeira clínica em 2006, em Ribeirão Preto (313 km ao norte de São Paulo), junto com mais quatro sócios. Na época, o investimento inicial foi de R$ 600 mil, capital recuperado em três anos e meio, segundo Rosin.
Especializado em diagnósticos por imagem em 3D para o setor de odontologia, serviço até então pouco conhecido, o empreendedor teve de fazer apresentações e palestras para mostrar aos dentistas suas vantagens. Só em 2014, a rede realizou 86 mil atendimentos. A expectativa é chegar aos 100 mil este ano, segundo a empresa.
Ausência do dono pode prejudicar negócio
A ausência temporária do fundador, especialmente nas pequenas empresas, pode trazer sérios problemas para o negócio, como a perda do controle financeiro e de clientes, segundo Tania Casado, professora da FIA (Fundação Instituto de Administração). Para ela, o empreendedor deve ter, pelo menos, um substituto com capacidade para assumir o comando do negócio na sua ausência.
"Sem um substituto, o empreendedor vira refém do próprio negócio, não
vai conseguir se afastar da rotina para fazer cursos ou tirar férias",
afirma. De acordo com a professora, é papel do empresário identificar e
treinar profissionais que possam assumir a responsabilidade do dono da
empresa eventualmente.
"Esse treinamento tem de ser constante. Não dá para escolher de um dia para o outro quem vai substituir o dono da empresa", diz. "O empresário tem de analisar o perfil e os resultados de cada funcionário para identificar quem tem potencial para assumir novas responsabilidades."
Por: Fábio Carvalho
"Esse treinamento tem de ser constante. Não dá para escolher de um dia para o outro quem vai substituir o dono da empresa", diz. "O empresário tem de analisar o perfil e os resultados de cada funcionário para identificar quem tem potencial para assumir novas responsabilidades."
Por: Fábio Carvalho

0 comments :
Postar um comentário