Pois, pois, a presidente Dilma Rousseff foi precavida. Não nomeou
ninguém antes da divulgação da lista de envolvidos no Lava Jato. Porque
havia indícios fortes é que o casal Gleisi Hoffmann-Paulo Bernardo, que
ocupou bom pedaço do governo anterior, foi completamente esquecido e
jogado às traças neste segundo mandato de Dilma.
Bernardo ainda tentou
emplacar a diretoria geral de Itaipu. Chegou a anunciar a amigos e
parceiros que até o final de março o atual, Jorge Samek, estaria fora e
ele ocuparia seu lugar. Não deu. O Lava Jato apodrece as esperanças e as
expectativas da tigrada. Gleisi Hoffmann, fora de qualquer
possibilidade de cargo no novo governo, bem que tentou emplacar uma
posição no Senado. Foi simplesmente escanteada pelo próprio PT.

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