Marcondes Gomes da Silva - Foto: PM/Divulgação
Iasmin Lorena foi morta e enterrada em março de 2018 dentro de uma casa
na comunidade da África, na Redinha. Acusado disse que matou a menina
porque ela se recusou a ter relações sexuais com ele.
G1RN - Foi marcado para o dia 15 de maio, no Fórum Desembargador Miguel Seabra
Fagundes, na Zona Sul de Natal, a audiência de instrução e julgamento
do pedreiro Marcondes Gomes da Silva, de 45 anos, acusado de matar a
estudante Iasmin Lorena Pereira de Melo, de 12 anos. A menina foi estrangulada com um cabo de aço de bicicleta e enterrada no terreno de uma casa em
construção na comunidade da África, na Zona Norte da capital potiguar. O
crime aconteceu em março de 2018 e causou grande comoção. Após a audiência, caberá ao juiz Geomar Brito, da 2º Vara Criminal de Natal, absolver ou sentenciar o acusado a júri popular. Marcondes, que era amigo da família da menina, foi preso no dia 26 de abril, dois dias após o corpo da garota ser encontrado por cães farejadores da Polícia Militar. O pedreiro estava em uma praia no município de Touros, no Litoral Norte do estado.
Yasmin Lorena Pereira de Melo tinha 12 anos - Foto: Arquivo da Família/Cedida
Ao ser detido, ele confessou o crime. Contou que agiu sozinho, e disse que matou Iasmin após ela se negar a ter relações sexuais com ele.
Marcondes passou um tempo na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em
Nísia Floresta, mas em setembro do ano passado foi transferido para a
Penitenciária Estadual de Parnamirim. "Todos nós, principalmente a família da Iasmin, esperamos que esta fase
de instrução seja concluída o quanto antes. E que o acusado seja levado
a júri popular e condenado pelo crime bárbaro que cometeu”, ressaltou o
advogado Emanuel Grilo, assistente de acusação.
O desaparecimento
Yasmin foi vista pela última vez por volta das 13h do dia 28 de março de 2018. De acordo com a família, a menina saiu de casa, na Rua José Acácio de Macedo, na comunidade da África, na Redinha, para entregar um dinheiro a uma vizinha a pedido da mãe. A mulher que receberia o dinheiro mora em uma rua próxima, e disse que a menina sequer chegou ao destino. A família então procurou a polícia e fez uma queixa do desaparecimento dela. Desde então, começaram as buscas por Yasmim.
Corpo enterrado
No dia 24 de abril, quase um mês depois do desaparecimento, cães farejadores do canil do Batalhão de Choque da Polícia Militar ajudaram a encontrar o corpo da menina. O cadáver estava enterrado dentro uma casa inacabada na rua José Acácio de Macedo, a mesma onde Iasmin morava com sua família.
Yasmin foi vista pela última vez por volta das 13h do dia 28 de março de 2018. De acordo com a família, a menina saiu de casa, na Rua José Acácio de Macedo, na comunidade da África, na Redinha, para entregar um dinheiro a uma vizinha a pedido da mãe. A mulher que receberia o dinheiro mora em uma rua próxima, e disse que a menina sequer chegou ao destino. A família então procurou a polícia e fez uma queixa do desaparecimento dela. Desde então, começaram as buscas por Yasmim.
Corpo enterrado
No dia 24 de abril, quase um mês depois do desaparecimento, cães farejadores do canil do Batalhão de Choque da Polícia Militar ajudaram a encontrar o corpo da menina. O cadáver estava enterrado dentro uma casa inacabada na rua José Acácio de Macedo, a mesma onde Iasmin morava com sua família.
Identificação
O corpo de Iasmin só foi oficialmente identificado 56 dias depois de ser encontrado. Foi preciso um exame de DNA, pois o cadáver estava em avançado estado de decomposição. Somente então pôde ser liberado para a família e sepultado.
O corpo de Iasmin só foi oficialmente identificado 56 dias depois de ser encontrado. Foi preciso um exame de DNA, pois o cadáver estava em avançado estado de decomposição. Somente então pôde ser liberado para a família e sepultado.
Corpo de Iasmin foi encontrado enterrado no terreno de uma casa em construção — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi
Corpo de Iasmin Lorena foi sepultado 56 dias após ser encontrado — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

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