O corpo encontrado no último dia 24 de abril é mesmo de Iasmin
Lorena de Araújo, assassinada aos 12 anos. Após o resultado do exame de
DNA que levou 56 dias para sair, a família pôde, enfim, sepultar a
menina na manhã desta terça-feira, 19, no Cemitério da Redinha, zona
norte de Natal.
O enterro de Iasmin Lorena aconteceu pouco depois das 11 horas, e minutos após o corpo sair da sede do
Instituto Técnico-Científico de Polícia, o Itep, na Ribeira, zona
oeste. O trabalho de identificação foi feito pelo órgão em parceria com
um laboratório do Ceará. A
menina foi vista com vida pela última vez no último dia 28 de março.
Ela havia saído de casa, na Rua José Acácio de Macedo, na Redinha, para entregar um dinheiro a uma vizinha a pedido da mãe. A mulher que receberia a quantia mora em uma rua próxima, e disse que Iasmin sequer chegou ao destino.Quase um mês depois, cães farejadores do Batalhão de Choque da Polícia Militar encontraram o corpo da menina enterrado dentro uma casa inacabada no meio do percurso que a criança deveria seguir.
No dia 26 de abril, dois dias após a descoberta do corpo, o pedreiro Marcondes Gomes da Silva, de 45 anos, que trabalhava na casa onde Iasmin estava enterrada, foi preso. Ele confessou que estrangulou a menina após ela se recusar a ter relação sexual com ele. O assassino era amigo e vizinho da família.


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