/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2018/U/I/L8dlUdS3ylBISwB0J1Og/20180501085806-132a9375.jpg)
Edifício no Largo do Paissandu era ocupado irregularmente por cerca de 90 famílias. Bombeiros fazem buscas por desaparecidos.
Estadão Conteúdo - Um prédio de 24 andares desabou durante um incêndio de grandes
proporções no Largo do Paissandu, no centro de São Paulo, na madrugada
desta terça-feira, 1º. Um edifício vizinho também pegou fogo, mas não
corre risco de colapso. O Corpo de Bombeiros divulgou inicialmente que
haveria um morto, mas a informação foi posteriormente corrigida e até o
momento há três desaparecidos, mas nenhuma morte registrada. Bombeiros
buscam por vítimas nos escombros no início desta manhã.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima que morreu estava sendo
resgatada por corda pelos militares quando a estrutura do prédio
desabou. Os militares abriram um acesso pelo edifício vizinho e a vítima
já estava pronta para sair quando toda a estrutura colapsou. A corda
que prendia a vítima se rompeu e ela caiu. Um bombeiro também ficou
ferido durante o desabamento.

Crédito: Corpo de Bombeiros de São Paulo
O prédio que desabou era uma antiga instalação da Polícia Federal. Segundo comerciantes do entorno, o local era ocupado ilegalmente. Antes de ruir, algumas pessoas pediam socorro no último andar. As chamas começaram no quinto andar, se alastrando rapidamente para os níveis superiores. Ao todo, 160 militares e 57 viaturas atuam no combate ao incêndio e no resgate das vítimas.
O prédio que desabou era uma antiga instalação da Polícia Federal. Segundo comerciantes do entorno, o local era ocupado ilegalmente. Antes de ruir, algumas pessoas pediam socorro no último andar. As chamas começaram no quinto andar, se alastrando rapidamente para os níveis superiores. Ao todo, 160 militares e 57 viaturas atuam no combate ao incêndio e no resgate das vítimas.

Escombros do prédio que desabou durante incêndio no Largo do Paissandu (Crédito:Corpo de Bombeiros de São Paulo).
Ainda não há confirmação de outros mortos ou feridos. A Defesa Civil
Estadual está no local e realiza cadastramento de todas as famílias que
poderiam estar no prédio no momento do incêndio. A Polícia Militar e a Companhia de Engenharia de Tráfego foram
acionadas e auxiliam os trabalhos na região.
Ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) estão de prontidão para atender as vítimas. Comerciantes da região relatam correria nas ruas, com clientes deixando hoteis vizinhos às pressas. As testemunhas dizem que quebraram vidraças, se espalhando rapidamente pelos andares e atingindo os prédios vizinhos. “Eu estava em horário de serviço e escutei várias pessoas gritando, barulho de vidros caindo. Quando fui ver o que era, as ruas, que estavam desertas, ficaram cheias de pessoas desesperadas”, disse o recepcionista Flábio Gabia, que trabalha em um hotel no Largo do Paissandu.
Segundo ele, vários clientes deixaram o estabelecimento quando viram o incêndio. Um hotel ao lado dos edifícios em chamas também foi esvaziado e interditado. Devido ao combate às chamas, a CET interditou o trecho entre a avenida Rio Branco e a rua Antônio de Godói e recomenda aos motoristas que evitem passar pela região do Largo do Paisandu. Três quarteirões estão fechados.
Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que 248 pessoas desalojadas receberam alimentação e foram encaminhadas para abrigos municipais. Havia um pedido de reintegração de posse para o edifício, movido pela Secretaria de Patrimônio da União. Depois de desocupado, o imóvel seria cedido à Prefeitura.
O internauta Richard Paiva flagrou o momento exato em que um dos edifícios desabou e compartilhou em sua conta do Twitter:
Ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) estão de prontidão para atender as vítimas. Comerciantes da região relatam correria nas ruas, com clientes deixando hoteis vizinhos às pressas. As testemunhas dizem que quebraram vidraças, se espalhando rapidamente pelos andares e atingindo os prédios vizinhos. “Eu estava em horário de serviço e escutei várias pessoas gritando, barulho de vidros caindo. Quando fui ver o que era, as ruas, que estavam desertas, ficaram cheias de pessoas desesperadas”, disse o recepcionista Flábio Gabia, que trabalha em um hotel no Largo do Paissandu.
Segundo ele, vários clientes deixaram o estabelecimento quando viram o incêndio. Um hotel ao lado dos edifícios em chamas também foi esvaziado e interditado. Devido ao combate às chamas, a CET interditou o trecho entre a avenida Rio Branco e a rua Antônio de Godói e recomenda aos motoristas que evitem passar pela região do Largo do Paisandu. Três quarteirões estão fechados.
Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que 248 pessoas desalojadas receberam alimentação e foram encaminhadas para abrigos municipais. Havia um pedido de reintegração de posse para o edifício, movido pela Secretaria de Patrimônio da União. Depois de desocupado, o imóvel seria cedido à Prefeitura.
O internauta Richard Paiva flagrou o momento exato em que um dos edifícios desabou e compartilhou em sua conta do Twitter:
Um prédio do Largo do Paissandu desabando agora a pouco pic.twitter.com/wntceeK6w6— Richard Paiva (@orichardpaiva) 1 de maio de 2018

0 comments :
Postar um comentário