O sapo dança ou não dança? todos se perguntam. O Profeta
Adalbertovsky proclama em seu catecismo do alto das montanhas da
Jaqueira: “O sapo vermelho é “cavalo paraguaio”. Não tem futuro, tem um
longo passado pela frente. Eleição é reta de chega, não é reta de
partida. É corrida de obstáculos. O bicho hoje é uma múmia, um zumbi,
molambo de gente. Depois de Lázaro, não existe mais o milagre da
ressurreição.
“Na mira da artilharia e da infantaria de Sergio Moro, exercita a
tática de que a melhor defesa é o ataque. Virou jogador de pôquer e está
blefando. Michelzão é forte nos três poderes, noves fora os
contrapesos. Na hora H, os homens fortes vão dizer pro sapo: bicho,
apascenta tua mundiça, fica mansinho, ou então nós vamos te pegar. Esta
será a moeda de troca. Não tem brabo liso, ou não tem brabo com rabo de
palha.
“O que fizeram com nosso Brazil, Zeus dos céus! Estraçalharam,
barbarizaram da cabeça aos pés, às tripas e ao coração. Estamos no
sanatório geral da Nação. É uma danação. As lombrigas vermelhas e outros
insetos queimam pneus, protestam, fazem greve. Ameaçam uma metástase
vermelha no Brazil.
Por favor, chamem um pneumologista para contar a
queima de pneus nas artérias, nas pontes e nas safenas das nossas vidas.
“Providenciem um soro antiofídico contra lombrigas vermelhas. O olhar
do Brazil é uma lágrima. Oh quantas lágrimas!” A crônica do Profeta
Adalbertovsky está postada no Menu Opinião. Meta os peitos!

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