
Foto: Reprodução/ TV Paraíba
Com capacidade para 1 bilhão de metros cúbicos, o complexo hídrico
Coremas-Mãe D’água, considerado o maior da Paraíba, está passando por
escassez devido à seca que atinge o Nordeste. A água que sacia a sede do sertanejo está se acabando e a principal
atividade econômica local, a pesca, também está sendo afetada. Segundo a Aesa, Coremas está com menos de 10% da capacidade, e Mãe D’água com 5,6%.
Mas, as esperanças do sertanejo se revigoram com a retomada das obras
do eixo norte da transposição do Rio São Francisco, pelo Ministério da
Integração.
Com esta, obras paralelas de revitalização de açudes serão necessárias para receber as águas do “Velho Chico”. As barragens de Coremas e Mãe D’água estão sendo recuperadas e o
prazo para finalização da obra, que deve custar R$ 16 milhões, é de um
ano e quatro meses.
Nestes locais, a estrutura apresenta rachaduras.
De
acordo com o Ministério da Integração, pelo menos 70 mil pessoas,
moradoras das cidades que formam a região do Vale do Piancó, devem ser
beneficiadas com a reforma e com a chegada das águas do São Francisco.

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