O vereador foi alvo de uma ação de
investigação judicial eleitoral (Aije) – proposta pelo Ministério
Público Eleitoral junto à 59ª Zona Eleitoral – por não ter esclarecido a
origem de R$ 2 mil utilizados em sua campanha e que o candidato apontou
como tendo sido doados por um beneficiário do programa Bolsa Família
(João Maria de Araújo).
Nem o doador, nem o candidato provaram
como alguém que recebe tal benefício, em decorrência de sua condição de
carência, teria condições de contribuir com R$ 2 mil para uma campanha
eleitoral.

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