Uma
carta supostamente assinada por uma facção criminosa do Ceará,
apelidada de Guardiões do Estado, prometeu um cessar-fogo aos ônibus
coletivos de Fortaleza. No entanto, o grupo teria feito ameaças contra
órgãos públicos. Segundo a Tribuna do Ceará, os criminosos querem a
transferência de presos integrantes do grupo da Casa de Privação
Provisória de Liberdade (CPPL) 2, em Itaitinga, para “as unidades em que
predomina a facção”, como a CPPL 1, Penitenciária de Pacatuba e
Instituto Presídio Professor Olavo Oliveira 2.
Na carta , o grupo pede
desculpas à sociedade “pelos dias conturbados devido aos ataques”. Os
envolvidos dizem que não querem ferir ou fazer algo contra o cidadão de
bem que vive nas comunidades carentes. “Infelizmente, tivemos que tomar
essa decisão para que nossa voz fosse ouvida por esse governo corrupto
que vem tirando o sossego dos irmãos que se encontram privados.
No
início, muitos não entenderam nossa forma de ataque, se perguntando o
porquê dos ataques a ônibus. Nosso primeiro intuito era que nossa voz
fosse ouvida pela população, com ônibus paralisados, causando grandes
tumultos, greves, chegando a prejudicar o governo. Mas, mediante o
clamor, estamos cessando fogo em ataques a ônibus”.

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