Natal: em cada esquina hoje há uma poeta, em cada canto, uma
feminista orgulhosa de si, do espaço ocupado a duras penas e por cima de
preconceitos ora camuflados, ora escancarados, ora até despercebidos
pelo inconsciente machista – herança milenar.E mesmo na poesia essa dor
causou chagas. Quão reprimidas foram. Por que temos tão poucas quando os
poetas apareceram e hoje temos tantas poetisas potiguares? Vontade
reprimida de mostrar sentimento!
Mas o Rio Grande do Norte se orgulha da história de pioneirismos
femininos única no Brasil. Inclusive do feminismo, com Nísia Floresta. E
ainda o primeiro voto feminino, a primeira prefeita eleita da América
Latina (Alzira Soriano), primeira vereadora (Joanna Bessa) e primeira
deputada estadual (Maria do Céu), maior romanceira do mundo (Dona
Militana) e até a primeira professora com síndrome de down do Brasil
(Deborah Seabra).
E se poetisas há pelos quatro cantos do Brasil e do mundo, o Estado
potiguar tem mais e melhor por metro quadrado. Abaixo segue pequena
mostra desse talento. De autoras vivas, de autoras saudosas. Poesias
publicadas em livros ou no universo solto da internet. Poesias entre
gerações. Poesias femininas, poesias feministas, mas todas poesias.
Todas mulheres-poesias.
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