As cadeias públicas no país tinham 70% mais presos do que a capacidade máxima de lotação em 2015, segundo relatório divulgado nesta terça-feira (13) pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O documento é o resultado de inspeções realizadas em mais de 1,4 mil estabelecimentos prisionais e está em sua segunda edição.
Segundo
o relatório, a superlotação ocorre, principalmente, por causa do número
excessivo de presos provisórios – cerca de 40% do total de internos,
enquanto a média mundial é de 25%. Nas
penitenciárias, a lotação está em 60% acima da capacidade. Em 2015,
eram 224.360 vagas para 364.583 presos nos 523 presídios inspecionados
pelo CNMP.
O relatório completo pode ser acessado na página do CNMP.

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