Foto: Divulgação / Facebook do cantor
O Ministério Público Estadual (MPE) vai
reabrir as investigações sobre o assassinato do cantor Daniel Pedreira
Pelegrine, o MC Daleste. Ele foi morto em julho de 2013 depois de levar
dois tiros durante um show em Campinas.
O pedido de reabertura do inquérito foi
feito pela advogada Patrícia Vega, que deixou o caso após essa ação. No
pedido, há o relato de gravações de conversas entre integrantes da banda
que cogitam a possibilidade de o crime ter sido por motivo passional.
A reabertura do caso foi acatada pelo
promotor de Justiça Ricardo José Gasques Silvares, que encaminhou as
informações recebidas da família à 1ª Vara de Campinas. Em junho deste
ano, a Secretaria Estadual da Segurança Pública encerrou as
investigações sobre o crime sem que houvesse qualquer conclusão de
autoria ou motivação. Segundo estudos técnicos do Instituto de
Criminalística (IC), os tiros que mataram Daleste foram feitos a uma
distância de 40 metros, de uma casa em construção à época.
Daleste foi atingido por dois tiros, um de raspão na área da axila direita e outro que entrou pelo lado esquerdo do corpo e atingiu estômago, fígado e pulmão. Ele se apresentava para aproximadamente três mil espectadores durante show no San Martin, em Campinas. O músico chegou a ser socorrido ainda consciente pelos próprios amigos, entretanto, não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Municipal de Paulínia (SP). Daleste morreu após ter anemia aguda causada pela perda de sangue, de acordo com laudo do Instituto Médico Legal (IML).
Funk ostentação
Ao lado de MC Léo e MC Gui, o jovem paulistano ajudou a popularizar o subgênero conhecido como funk ostentação e ganhou fama a partir de hits como "Gosto mais do que lasanha" e "Mais amor, menos recalque". Uma fanpage do cantor no Facebook é seguida por 346 mil internautas.

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