O ministro do Supremo Tribunal Federal
(STF) Marco Aurélio Mello ordenou a quebra do sigilo bancário do
presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA). A decisão foi
após a Procuradoria-Geral da República apontar, em petição, “fortes
indícios” de envolvimento do parlamentar em fraudes com institutos de
previdência de servidores públicos.
Segundo a Folha de S. Paulo, a decisão,
tomada no dia 27, está vinculada a declarações em delação premiada de um
colaborador, que tramita em segredo no STF.
O acordo de delação foi
encaminhado em novembro de 2013 pelo TRF (Tribunal Regional Federal) da
1ª Região e homologado por Marco Aurélio em março de 2014. Segundo a PGR, há suspeitas de que
Maranhão, “mediante recebimento de vantagem indevida, teria atuado em
diversas prefeituras em favor de esquema fraudulento de investimento nos
regimes de Previdência” de prefeituras.

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