No último dia 3, ela deu a primeira entrevista a um canal de televisão desde que deixou a Casa Rosada, em dezembro passado, para criticar a política econômica do atual presidente, Mauricio Macri, e dizer que se sente vítima de uma “perseguição” judicial, com fins políticos.
Segundo Cristina, o aumento brutal (cerca de 500%) das tarifas dos serviços públicos, imposto por Macri depois de anos de precos subsidiados ou congelados, era desnecessário e contribuiu para criar “neopobres”.
No primeiro trimestre deste ano, o número de argentinos vivendo abaixo dos níveis de pobreza aumentou 3,6%. Mas, segundo Macri, isso é fruto de anos de inflação anual de dois dígitos, déficit fiscal e políticas pouco transparentes, que afugentaram os investidores – herança dos últimos 12 anos de governos Kirchner.

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