Realizada pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, no âmbito da
Campanha Doce Equilíbrio, a pesquisa “Consumo equilibrado: uma nova
percepção sobre o açúcar” identifica a utilização do ingrediente em
quantidade e percepção. Segundo os dados obtidos, mulheres consomem mais
açúcar do que homens, principalmente quando se trata de doces.
Entre
as escolhas favoritas das entrevistadas, 45% preferem bolos, doces
caseiros, biscoitos e bolachas. Já o chocolate é a preferência de 37%
das mulheres. O Dr. Daniel Magnoni, o cardiologista e chefe de nutrição
do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, sugere que o açúcar seja
mais consumido pelo sexo feminino por questões adicionais, como a Tensão
Pré-Menstrual (TPM), funcionando conforme um “controlador” de emoções.
“A oscilação hormonal durante a TPM é um fator determinante para a maior
procura pelo açúcar. Durante o período que antecede a menstruação há
uma queda no nível de serotonina, neurotransmissor responsável pela
sensação de bem-estar. Uma vez em queda, existe um aumento da fome,
principalmente pelos doces, na tentativa de regularizar este nível”,
explica o Dr. Magnoni.
Ainda de acordo com a pesquisa, 65% das entrevistadas disseram que usam o açúcar refinado nas preparações alimentares. Já o menos utilizado é o light - somente 0,45% afirmam consumi-lo. Estes dois tipos de açúcar, classificados como branco, são regularmente adicionados em diversos produtos industrializados, assim como nas receitas de bolos e doces, café, chás, sucos e leite.
A nutricionista Marcia Daskal, da Recomendo Assessoria em Nutrição, reforça que o ingrediente pode fazer parte da dieta, mas precisa ser consumido com equilíbrio. “Já é sabido, e muitas pessoas até acham repetitivo, que o sucesso está na ingestão balanceada do açúcar. Retirá-lo da alimentação não é preciso e nem necessariamente mais saudável. Ao contrário, corre-se o risco de aumentar a vontade de comê-lo, principalmente pela sensação do ‘proibido’. Para não exagerar na dose, a mulher pode fazer um diário do que ingeriu na semana. Isso ajuda a visualizar os momentos em que o corpo mais pede açúcar, como na TPM, por exemplo”, observa.
Mais informações sobre a pesquisa:
- 71% dos entrevistados consomem açúcar habitualmente;
- 85% têm preferência pelo tipo branco;
- 88% afirmam adicionar açúcar ao café e ao chá;
- 26% ingerem alimentos açucarados todos os dias;
- Menos da metade dos diabéticos entrevistados consome açúcar;
- 67% dos que praticam atividade física consomem açúcar. Destes, 73% têm o peso normal.
Ainda de acordo com a pesquisa, 65% das entrevistadas disseram que usam o açúcar refinado nas preparações alimentares. Já o menos utilizado é o light - somente 0,45% afirmam consumi-lo. Estes dois tipos de açúcar, classificados como branco, são regularmente adicionados em diversos produtos industrializados, assim como nas receitas de bolos e doces, café, chás, sucos e leite.
A nutricionista Marcia Daskal, da Recomendo Assessoria em Nutrição, reforça que o ingrediente pode fazer parte da dieta, mas precisa ser consumido com equilíbrio. “Já é sabido, e muitas pessoas até acham repetitivo, que o sucesso está na ingestão balanceada do açúcar. Retirá-lo da alimentação não é preciso e nem necessariamente mais saudável. Ao contrário, corre-se o risco de aumentar a vontade de comê-lo, principalmente pela sensação do ‘proibido’. Para não exagerar na dose, a mulher pode fazer um diário do que ingeriu na semana. Isso ajuda a visualizar os momentos em que o corpo mais pede açúcar, como na TPM, por exemplo”, observa.
Mais informações sobre a pesquisa:
- 71% dos entrevistados consomem açúcar habitualmente;
- 85% têm preferência pelo tipo branco;
- 88% afirmam adicionar açúcar ao café e ao chá;
- 26% ingerem alimentos açucarados todos os dias;
- Menos da metade dos diabéticos entrevistados consome açúcar;
- 67% dos que praticam atividade física consomem açúcar. Destes, 73% têm o peso normal.

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