Segundo a Polícia Civil (PC), o adolescente estava na sauna do clube com o padre e uma terceira pessoa pouco antes do meio-dia. Quando ficaram sozinhos, o padre teria se aproximado do garoto e cometido os abusos. “A vítima contou minuciosamente o que aconteceu”, afirmou a delegada. O garoto não passou por exames de corpo de delito porque não houve conjunção carnal.
O padre negou ter cometido o crime. Ele disse à Polícia que esteve na sauna com o garoto, chegou a conversar com ele, mas ao perceber que ele tinha dificuldades de responder por causa da necessidade especial, deixou o local. O religioso afirmou manter relações homossexuais, mas enfatizou que nunca se envolveu com menores.
O padre foi conduzido pelos policiais militares juntamente com a vítima e familiares até a Delegacia de Polícia. Diante das informações do garoto e das evidências, o padre foi autuado pelo crime de estupro de vulnerável, principalmente pelo fato de o menino ser portador de deficiência intelectual. A pena máxima para este tipo de crime é 15 anos de reclusão.
A delegada disse que o processo segue em segredo de Justiça e que, por isso, o nome do padre e da criança não serão divulgados até o final do inquérito.

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