Em pleno o clamor contra o estupro coletivo no Rio, uma garotinha de
11 anos foi estuprada em Brasília por adolescentes seguindo a liderança
de um homem feito de 16 anos.
Nem foram incomodados. São “crianças”,
segundo a lei. Um crime horrível foi praticado, uma menina que brincava
com bonecas ficará com sequelas emocionais irremovíveis, mas não haverá
culpados, nem punição.
E o Congresso reluta em discutir e votar a
redução da maioridade penal para 16 anos. A informação é do colunista
Cláudio Humberto, do Diário do Poder.O grupo de adolescentes
estupradores dopou a menina antes de abusar dela com selvageria,
crueldade e covardia.
Reduzir a maioridade não é o “melhor remédio”, mas ao menos abriria a
chance de punir assaltantes, assassinos e estupradores de 16 anos. Ciente de que aos 16 anos poderia ser punido, o estuprador
brasiliense pensaria mil vezes antes de liderar crime tão abjeto quanto
covarde.
A proposta de emenda constitucional nº 171, que reduz a maioridade, está há 23 anos nas gavetas do Congresso.
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