“O próprio investigado Guilherme, em dado momento, parece ter admitido
que, às vezes, o Fundo Consist pagava algumas despesas para “PB”, que
seria Paulo Bernardo. Na sua alegação, isto não seria algo ilícito,
porém prática comum de seu escritório, que seria especializado em
questões eleitorais”, afirmou o juiz Paulo Bueno de Azevedo no despacho
que manteve a prisão temporária de Gonçalves.
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