O tema do projeto de lei é polêmico e não há consenso entre defensores e opositores. O autor, Jean Wyllys, defende que a marginalização das pessoas que lidam com comércio do sexo leva à exploração sexual. “Aquela prostituta de classe média alta, que divide um apartamento no Rio ou nos Jardins, em São Paulo, talvez seja menos vulnerável que o proletariado da prostituição, que depende das casas e de exploradores sexuais.
Eu quero proteger os direitos delas, garantir a dignidade e
combater a exploração sexual de crianças e adolescentes. Digo, ‘elas’,
porque a maioria das pessoas que realizam trabalho sexual são do gênero
feminino, mas o projeto também beneficia os garotos de programa”,
afirmou o deputado.


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