A Bancoop quebrou em 2006 e deixou quase 3 000 famílias sem seus imóveis, enquanto viam, indefesos, petistas estrelados receber seus apartamentos. A revista Veja também revelou que depois de um pedido feito por Lula ao presidente da OAS, Léo Pinheiro, amigo íntimo do ex-presidente e condenado a dezesseis anos de prisão no petrolão, a empreiteira assumiu a construção de vários prédios da cooperativa. A OAS assumiu também a reforma do tríplex de 297 metros quadrados no Edifício Solaris, de frente para o mar do Guarujá, pertencente ao ex-presidente Lula e a sua esposa, Marisa Letícia.
A
caso foi criteriosamente apurado pelos promotores do Ministério Público
de São Paulo, que trabalham a a poucos metros da sede do Instituto
Lula. A
reportagem cita ainda que, durante seis meses, os promotores se
dedicaram a esquadrinhar a relação entre a OAS e o patrimônio
imobiliário dos chefes petistas.
A
conclusão foi de que o tríplex no Guarujá é a evidência material mais
visível da rentável parceria de Lula com os empresários corruptores que
hoje respondem por seus crimes diante do juiz Sergio Moro, responsável
pelas apurações da Operação Lava-Jato. Os
promotores ouviram testemunhas e obtiveram recibos e contratos que
colocam o ex-presidente na posição de ter de explicar na Justiça as
razões pelas quais tentou de todas as maneiras negar ser o dono do
tríplex.


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