Jean Todt não escondeu a tristeza ao falar do amigo Michael Schumacher (Foto: Getty Images).
Ex-chefe de equipe de Michael Schumacher nos tempos de Ferrari e atual presidente da FIA, Jean Todt não escondeu a tristeza ao falar do heptacampeão mundial, por quem rezou ao lado do Papa Francisco em visita ao Vaticano nesta semana.
Jean Todt se notabilizou na F1 principalmente no período em que foi chefe de equipe da Ferrari. Durante este período, conviveu de forma muito próxima a Michael Schumacher, a quem se tornou praticamente parte da sua vida e família. O francês, hoje presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), esteve ao lado de Schumacher nos ‘anos de ouro’ da Ferrari e viu o alemão conquistar cinco dos seus sete títulos mundiais em Maranello.
O dirigente francês disse que é difícil, por exemplo, comparar a
situação de Schumacher com o de outro piloto que viveu um drama
parecido. Jules Bianchi, que era agenciado por seu filho, Nicolas Todt,
sofreu um gravíssimo acidente no GP do Japão de 2014 e, nove meses
depois, não resistiu aos ferimentos e morreu, em 17 de julho do ano
passado.
Na visão de Todt, tratam-se de situações diferentes, mas dói mais ver
Schumacher nesta situação pela proximidade que tem com o piloto e sua
família. “Diria
que não dá para comparar. Sabia de Jules por meio do meu filho que era
algo terrível, e é terrível perder alguém em um acidente”, comentou o
francês, que nesta semana esteve no Vaticano em visita ao Papa
Francisco, e ambos rezaram pela saúde do ex-piloto alemão.
“Michael é diferente porque ele é como se fosse da minha família e, se
você tem alguém que é como se fosse da tua família ou muito próximo de
ti e está muito mal, é claro que é doloroso, e você tem de estar lá com a
família. Hoje à noite eu vou estar lá por ele. Este é o lado ruim da
vida”, finalizou o francês, sem esconder a tristeza.
Fonte: Grande Premio

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