“Vim a Florânia/RN para trabalhar na
medicina familiar; que minhas tarefas principais são a prevenção, e
atenção primária, que o meu posto de trabalho
deve ser em um PSF, as Consultas devem ser agendas antecipadamente para
as doenças crônicas transmissíveis e não transmissíveis, acompanhamento
das gestantes, consulta de criança saudável; saúde mental, e outras com
possibilidade de febre, diarreia, mas por algum problema, eles me
colocam para trabalhar no centro de saúde para atender todo o município,
e excede as minhas capacidades físicas; humanas e profissionais para
dar atenção que merece esta população, e para piorar, nunca têm uma
enfermeira Para fazer a triagem do que é urgência e o que não é, e assim
aconteceu no dia de hoje, trabalho sozinha para todo o município”. desabafa a cubana.
Fica claro no relato da médica cubana, que a mesma vem sendo discriminada pela população e vítima de abuso de autoridade por parte dos funcionários e até do poder executivo de Florânia. Esta história merece a intervenção do Ministério Público Federal. Relato completo, aqui!
Texto: Blog Jair Sampaio

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