Muitos brasileiros ainda não têm o hábito de usar o cinto de segurança
no banco de trás. Pesquisa do Ministério da Saúde, realizada em parceria
com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta
que apenas 50,2% da população afirmam sempre usar o cinto quando estão
no banco traseiro de carro, van ou táxi. Os entrevistados mostram mais
consciência quando está no banco da frente, em que 79,4% das pessoas com
18 anos ou mais dizem sempre usar o item de segurança. Contudo, o cinto
na parte traseira do veículo reduz mais o risco de morte, pois, em uma
colisão, impede que o corpo dos passageiros seja projetado para frente,
atingindo o motorista e o carona.
“Ao utilizar o cinto de segurança no
banco de trás, o passageiro também está protegendo o motorista e o
carona, as pessoas que estão na frente do carro", destacou o ministro da
Saúde, Arthur Chioro. Estudo da Associação Brasileira de Medicina de
Tráfego (Abramet) mostra que o cinto de segurança no banco da frente
reduz o risco de morte em 45% e, no banco traseiro, em até 75%. Em 2013,
um levantamento da Rede Sarah apontou que 80% dos passageiros do banco
da frente deixariam de morrer se os cintos do banco de trás fossem
usados com regularidade.


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