“Por
um lado, eu estava feliz comigo que consegui perder minha virgindade
antes dos 16 anos, o que realmente pareceu importante no momento”,
declarou o adolescente no tribunal, segundo o jornal britânico “The
Independent”. “Por outro lado, tudo acabou tão rapidamente. Deveria ter
sido mais interessante do que isso. Foi um pouco de uma mistura confusa
de emoções quando saí da barraca”, completou.
Segundo o adolescente de 15 anos, Anne deu instruções para que ele
entrasse na barraca, perto de outra onde seu marido dormia. Ele afirmou
que após o primeiro encontro na barraca, os dois continuaram a fazer
sexo na casa da diretora.
De acordo com o jovem, Anne o ligou no fim de 2012 para pedir que ele
mentisse para a polícia. Ele contou que os dois não se falavam há anos,
mas que ela explicou que sua carreira estava "muito bem" e que era
diretora de duas escolas, mas que alguém havia mandado um email com uma
denúncia para uma das escolas e agora estava suspensa. Anne havia dito à
polícia que fez sexo com o homem quando ele tinha 18 anos e que
"definitivamente" não fez sexo "com nenhuma criança desde então".
“Aqui está alguém que não fala comigo há 20 anos que pensava que poderia
me fazer pegar o telefone e mentir para a polícia, 20 anos depois. Se
isso não lhes dá uma noção do controle que ela exercia sobre nós,
rapazes, eu não sei o que daria”, ele disse ao tribunal.
Em depoimento ao tribunal, a mãe do então adolescente mais novo contou
que o menino tinha “lágrimas escorrendo pelo rosto” ao relatar a ela o
que aconteceu. “Era irreal, pensei que não poderia estar ouvindo isso”,
contou. “Eu estava tão chocada, eu estava totalmente horrorizada. Esse é
o meu filho. Ele era uma criança, não um homem jovem nem um adulto”,
relatou indignada a mulher.
A mulher do homem também recordou de quando ele lhe contou o caso,
chorando: "Ele era um garoto muito perturbado e vulnerável."

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