O governo manteve para 2017 a meta oficial de inflação em 4,5%, a mesma
que será aplicada este ano e em 2016, mas reduziu a tolerância para 1,5
ponto percentual, o que estabelece um teto de 6%. Para 2015 e 2016, com
dois pontos percentuais de tolerância, o teto será de 6,5%, com
previsões oficiais do Banco Central de 9% neste ano, o dobro do centro
da meta, e de 4,8% ano que vem, bastante próxima do centro da meta.
O
Conselho Monetário Nacional (CMN), se reuniu nesta quinta-feira na
capital brasileira, ratificou os 4,5% de meta oficial adotado desde
2005. A decisão, apontaram analistas do mercado, teoricamente poderia gerar
uma política de mais aumento na taxa de juros, atualmente em 13,75%,
para conter a alta nos preços e ter mais controle inflacionário.
Segundo as medições oficiais, calculadas através do Índice de Preços
ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação esteve abaixo da meta nos anos
2000, 2006, 2007 e 2009.
A meta de inflação definida pelo CMN - integrado pelos ministros de Fazenda, Planejamento e pelo presidente do Banco Central - tem que ser cumprida pelo BC.
Quando não é atingida, a autoridade monetária deve informar o Ministério da Fazenda os motivos do descumprimento.
A meta de inflação definida pelo CMN - integrado pelos ministros de Fazenda, Planejamento e pelo presidente do Banco Central - tem que ser cumprida pelo BC.
Quando não é atingida, a autoridade monetária deve informar o Ministério da Fazenda os motivos do descumprimento.

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