Apesar de seu
crescimento, flagrante, ainda é complicado correlacionar um grupo
específico com um determinado transtorno neuropsiquiátrico. Isso porque
elas surgem independente do status social ou qualquer outro tipo de
segmentação, seja cultural, de raça, de educação. Alessandra Mussi
esclarece que o que se tem são dados referentes a faixa etária e a
gênero. Por exemplo, a ansiedade tem maior incidência em mulheres, e o
Parkinson mais em homens. “Esquizofrenia surge em adolescentes ou no
início da vida adulta. Os estudos mais atuais trazem que algumas dessas
doenças podem estar relacionadas aos hormônios, o que explicaria sua
maior incidência em jovens ou em idosos e também sua relação com o
sexo”, explica a pesquisadora da UNIFESP.
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