O texto, do ex-presidente da Casa José Sarney (PMDB-AP), foi aprovado em
primeiro turno. Agora, terá de ser discutido novamente em plenário em
três sessões para ser submetido a nova votação. Caso seja aprovado em
segundo turno, seguirá para análise do plenário da Câmara dos Deputados.
A proposta prevê o fim das coligações em eleições proporcionais, ou
seja, a aliança de partidos será permitida somente nas eleições
majoritárias – para presidente, governadores e senadores.
"A medida contribuirá para o fortalecimento dos partidos políticos e
para a transparência na representação política, já que, com o fim das
coligações nas eleições proporcionais, o voto dado no candidato de um
determinado partido não poderá contribuir para a eleição de candidato de
outra agremiação", afirmou Valdir Raupp (PMDB-RO), em seu parecer como
relator da medida na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

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