O Ministério da Saúde deve publicar esta semana as diretrizes
terapêuticas para o diagnóstico, tratamento e acompanhamento do
transtorno bipolar. A forma mais grave da doença, considerada um
transtorno afetivo, afeta cerca de 2 milhões de brasileiros.
Segundo o
secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério
da Saúde, Jarbas Barbosa, o novo protocolo vai unificar a atenção dada à
doença em todo o país e, com isso, facilitar a sua identificação por
médicos da atenção básica, que deverão encaminhar o paciente para o
tratamento adequado, oferecido nos centros de Atenção Psicossocial.
Clozapina, lamotrigina, olanzapina, quetiapina e risperidona são
remédios usados para outros fins na rede pública, mas que até o fim do
semestre devem estar disponíveis também para esse transtorno afetivo.

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