Os
organizadores pretendem debater as experiências com o prazer e o
relacionamento das mulheres com seus corpos. Aluna do 2º período do
curso de História, Gabriela Pereira conta que na oficina será exibido o
documentário Clítoris Prazer Proibido. “Como que em pleno século 21 anos
tem uma galera que não consegue se tocar? É muito tabu. A gente não tem
espaço para discutir isso.
A gente vê como é tabu que uma roda de
conversa teve essa repercussão toda nas redes sociais e na mídia”,
avalia a estudante. Em comunicado, a Ufop informou que respeita a
diversidade do pensamento e o debate democrático sobre quaisquer
assuntos relacionados à sexualidade, gênero e comportamento no âmbito de
seus institutos, como a iniciativa citada.

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