
O candidato “TikToker” Allyson Bezerra tenta se fazer de santo e vender uma boa imagem, valendo-se de um discurso apelativo e esquerdista para atacar Álvaro Dias.
No debate promovido pelo Grupo Dial Natal, Allyson não apenas apelou para molecagens e atitudes que evidenciam seu despreparo, mas tentou na cara de pau manipular quem assistia ao debate.
Descaradamente, ressuscitou um caso antigo envolvendo Álvaro na tentativa desesperada de se esquivar de perguntas sobre os escândalos que atolam sua própria gestão. Para fugir das acusações, exibiu a foto de uma arma apreendida em 2023 — episodio esse que não resultou em prisão ou condenação. Uma realidade bem diferente da tempestade judicial e policial que desaba sobre os seus próprios ombros.
A operação da Polícia Federal sobre a Prefeitura de Mossoró, que apura esquemas de propina, superfaturamento e desvio de medicamentos da rede pública, encurralou Allyson no debate. Pressionado a responder sobre o mar de lama na saúde, o ex-prefeito covardemente evitou as acusações e mudou de assunto, se fazendo de doido para bem passar.
A manobra de fuga foi grosseira: sacar a foto de um revólver calibre 38 de propriedade de Álvaro Dias, apreendido em 2023, numa tentativa clara de desfocar a atenção das denúncias de corrupção que o assombram.
O episódio da arma, no entanto, é página virada e sem gravidade criminal: Álvaro prestou esclarecimentos, seguiu viagem e o próprio relatório da Polícia Federal atesta que ele não possui antecedentes criminais. Tratava-se de um item guardado há mais de dois decênios em uma propriedade rural da família, em Caicó, esquecido em uma maleta — fato reconhecido e resolvido perante a Justiça.
O contraste do embate foi moral e gritante: de um lado, a tentativa de criar um conto de fadas sobre um revólver esquecido em uma mala, caso já encerrado sem condenação; do outro, a incapacidade de um candidato de explicar investigações federais ativas sobre propinas e assalto aos cofres da saúde pública de Mossoró.
Ao final, a pergunta que ele nunca responde: para onde foram os medicamentos e o dinheiro da saúde cobrados pela Polícia Federal?

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