
O relator do projeto que pune o chamado devedor contumaz, o senador Efraim Filho (União-PB), afirmou ao Contexto Metrópoles que o dinheiro sonegado pelas empresas investigadas na Operação Carbono Oculto “está perdido” e “é irrecuperável” aos olhos da Receita Federal.
A informação é da coluna de Andreza Matias, do Metrópoles, que destacou o esquema de lavagem de dinheiro atribuído ao PCC. Segundo a investigação, cerca de R$ 200 bilhões deixaram de ser pagos em impostos. Para isso, aproximadamente 1.200 CNPJs de fachada usaram fintechs como forma de esquentar recursos da facção criminosa.
“Está perdido, é irrecuperável aos olhos da Receita. A legislação é para
coibir a prática daqui por diante. Essas empresas abrem o CNPJ, operam
por seis a oito meses, somem antes de concluir o primeiro balanço e não
deixam patrimônio para a Receita executar. Quando vamos atrás, o valor
já não existe”, disse Efraim.

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