“Se beber, não dirija”. A frase, usada
frequentemente em campanhas publicitárias na televisão e no rádio, faz
parte do cotidiano do brasileiro há mais 10 anos. Em alguns estados,
como Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, ela obrigatoriamente
deve ser impressa em cardápios de bares e restaurantes.
Embora campanhas embasadas nessa frase
já fossem realizadas desde o fim dos anos 1990, é com a aprovação da Lei
Seca, em 2008, há exatos 10 anos, que ela passa a ser utilizada de
forma mais ampla e articulada pelo poder público e organizações da
sociedade civil, tornando-a cada vez mais familiar para a população. A nova legislação trouxe modificações
importantes no Código de Trânsito. De lá pra cá, especialistas celebram
dados positivos, mas também levantam questões que consideram relevantes
para aprimorar o quadro.
Um estudo – conduzido pelo Centro de
Pesquisa e Economia do Seguro (CPES) e divulgado no ano passado – aponta
que, entre 2008 e 2016, a Lei Seca teria evitado a morte de quase 41
mil pessoas.

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