O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ainda não avançou na apuração de
eventuais irregularidades nos supersalários da magistratura. Em agosto
do ano passado, a presidente do CNJ, ministra Cármen Lúcia, determinou
que tribunais de todo o País enviassem ao conselho as remunerações dos
seus juízes, que foram publicadas no portal do conselho. A ministra
havia prometido acionar a Corregedoria do CNJ para apurar possíveis
abusos e até sinalizou a criação de uma comissão para se dedicar ao
tema, mas as promessas não saíram do papel.
Pelo menos 14 integrantes do CNJ receberam em 2017 rendimento acima do
teto (R$ 33,7 mil). O conselheiro Aloysio Corrêa da Veiga, do TST,
embolsou R$ 110 mil em dezembro. Eles negam irregularidades. O CNJ não
se manifestou.

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