
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) declarou ilegal a greve dos
petroleiros marcada para quarta-feira, disse a Advocacia-Geral da União
em comunicado nesta terça-feira, acrescentando que foi estipulada multa
diária de 500 mil reais pelo descumprimento da decisão; apesar da
decisão, petroleiros devem manter paralisação contra a política de
preços de Pedro Parente na Petrobras, responsável principal pelo caos
que se instalou no País com a greve dos caminhoneiros.
"A Advocacia-Geral da União (AGU) informa que o Tribunal Superior do
Trabalho acaba de atender a pedido de declaração de ilegalidade da greve
dos petroleiros, marcada para iniciar nesta quarta-feira", afirmou a
AGU em comunicado. Os petroleiros anunciaram a paralisação contra o que afirmam ser um
processo de privatização da Petrobras, assim como contra a política de
preços adotada pela estatal. Os petroleiros reivindicam também a
demissão do presidente da Petrobras, Pedro Parente.

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