iG - O italiano Davide Garofalo assassinava as pessoas para vender funerais;
ele foi preso durante investigações de operação que descobriu mais 50
casos. O socorrista Davide Garofalo, de 42 anos, foi preso nesta
quinta-feira (21) por assassinar pelo menos três pessoas com o objetivo
de vender funerais. Morador de Catânia, no sul da Itália, o homem
“acelerava” o falecimento de pacientes ainda dentro da ambulância e
alegava “morte por causas naturais” aos familiares das vítimas. A prisão
do socorrista , que cometeu os crimes entre 2014 e 2016, faz parte da
megaoperação policial “Ambulância da Morte”.
Durante as investigações,
foi descoberto que Garofalo injetava oxigênio nas veias dos pacientes, o
que fazia com que as pessoas morressem de embolia gasosa no trajeto
entre um hospital em Biancavilla e suas casas. A polícia apurou que o
homem, parte integrante da máfia, indicava uma agência funerária aos
parentes das vítimas. Ele faturava entre 200 e 300 euros por cada funeral, quantia dividida
entre o italiano e outros dois clãs mafiosos,
Mazzaglia-Toscano-Tomasselo e Santangelo di Adrano. Suas vítimas foram
um homem de 55 anos, uma mulher – cuja idade não foi divulgada – e um
idoso de idade avançada. "Ele antecipava a morte de pessoas gravemente
doentes, em estado terminal, por fins lucrativos, com total desprezo
pela vida humana e pela dignidade da pessoa", explicou o procurador
Francesco Puleio.
"Ambulância da Morte"
A megaoperação policial "Ambulância da Morte", comandada pelos carabineiros – parte das forças armadas italianas – de Catânia e Paternò, já foi a responsável por descobrir outros 50 casos parecidos entre os anos de 2012 e 2016. Segundo o Ministério Público, mais dois socorristas, além de Garofalo, estão sendo investigados pela participação nos crimes. O socorrista ainda não foi a julgamento, porém, suas acusações levam em conta que ele teria agido com crueldade durante os atos, se aproveitado das circunstâncias de tempo e lugar, que não deram às vítimas chance de defesa, segundo o portal local MeridioNews divulgou.
A megaoperação policial "Ambulância da Morte", comandada pelos carabineiros – parte das forças armadas italianas – de Catânia e Paternò, já foi a responsável por descobrir outros 50 casos parecidos entre os anos de 2012 e 2016. Segundo o Ministério Público, mais dois socorristas, além de Garofalo, estão sendo investigados pela participação nos crimes. O socorrista ainda não foi a julgamento, porém, suas acusações levam em conta que ele teria agido com crueldade durante os atos, se aproveitado das circunstâncias de tempo e lugar, que não deram às vítimas chance de defesa, segundo o portal local MeridioNews divulgou.

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