A chamada “geração smartphone”, daqueles que nasceram após 1995, vem
amadurecendo mais lentamente que as anteriores. Eles são menos propensos
a dirigir, trabalhar, fazer sexo, sair e beber álcool, de acordo com
Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade Estadual de San
Diego, nos Estados Unidos.
Suas conclusões estão no recém-publicado livro iGen: Why Today’s
Super-Connected Kids are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less
Happy – and Completely Unprepared for Adulthood (iGen: Por que
as crianças superconectadas estão crescendo menos rebeldes, mais
tolerantes, menos felizes – e completamente despreparadas para a vida
adulta, em tradução livre), com os resultados de uma investigação
baseada em pesquisas com 11 milhões de jovens americanos e entrevistas
em profundidade.

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