Uma das estratégias para dar velocidade à votação seria um acordo de líderes para que seja votado um requerimento de urgência, o que poderia viabilizar a aprovação do projeto neste prazo. Há resistências no Senado a essa operação, uma vez que o próprio presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), defende a manutenção do cronograma original.
O Planalto, entretanto, acredita que precisa dar um sinal robusto de avanço de sua agenda de reformas, em um gesto ao mercado, e pretende arriscar a manobra. No início de maio, o governo e a oposição fecharam um acordo para que o texto fosse discutido em três comissões, o que daria uma tramitação mais lenta à proposta. Com isso, a previsão inicial era de que a votação ocorresse em plenário na segunda quinzena de junho.


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