Os investigados são funcionários do Ministério da Agricultura,
executivos e donos de frigoríficos e empresas de alimentos processados,
entre elas, nomes da JBS e da BRF, alvos das prisões e buscas do dia 17
de março, realizadas em 7 estados: São Paulo, Distrito Federal, Paraná,
Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás.
Comandada por três delegados da PF, em Curitiba, a equipe da Carne
Fraca tem a convicção de ter descoberto um esquema criminoso de
indicações políticas, em cargos chaves do Ministério da Agricultura, em
especial no Paraná e Goiás, que tinha como contrapartida a obrigação de
arrecadar propinas para partidos como PMDB, PP e PDT com empresários do
setor de carnes e embutidos.

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