Os
governos do Brasil, da Argentina, do Chile, da Colômbia, Costa Rica, de
Honduras, do México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai condenaram a onda
de violência na Venezuela. Esta semana, três pessoas morreram e mais de
60 ficaram feridas em protestos em Caracas e cidades de 14 estados do
país.
Em nota, os 11 governos
latino-americanos “reiteram a urgência de as autoridades venezuelanas
adotarem medidas para garantir os direitos fundamentais e preservar a
paz social”. “É imperativo que a Venezuela retome o
caminho da institucionalidade democrática e que seu governo defina as
datas para o cumprimento do cronograma eleitoral, liberte os presos
políticos e garanta a separação dos poderes constitucionais”, diz o
texto divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil.
No comunicado, o Itamaraty diz que os
governos da região se somam ao secretário-geral da Organização das
Nações Unidas, António Guterres, “que insta todas as partes a adotar
medidas concretas para reduzir a polarização e criar as condições
necessárias para enfrentar os desafios do país, a favor do povo
venezuelano”.

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