A bióloga Márcia Chame, que está à frente de um projeto de
biodiversidade da Fiocruz, informou que, para ampliar a base de dados
utilizados nas pesquisas, é preciso aumentar os meios de monitoramento
das informações. Com o aplicativo, os especialistas recebem os dados
regionais diretamente das populações.
“Acreditamos que a sociedade é parte do processo. Por isso, desde
2005 começamos a desenvolver um aplicativo em que qualquer pessoa no
país pode nos ajudar no monitoramento de animais silvestres. Não só
macacos, mas carnívoros, roedores e todo tipo de animais”, disse.

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